Cinema

Filmes no Netflix que merecem uma chance

By on maio 25, 2016

filmes-no-Netflix-que-merecem-uma-chance

Feriando prolongado chegando, previsão de frio e muita chuva. O que fazer da vida então? Abraçar a cobertinha, encontrar uma posição bem confortável no sofá, preparar a pipoca e o café – ou vinho, dependendo da empolgação – para aproveitar muito o Netflix!

Ao invés de indicar os últimos lançamentos ou os premiados que acabaram de ser adicionados, resolvi listar filmes que não são tão conhecidos assim, mas que foram deliciosas surpresas. Eles definitivamente merecem uma chance, pode apostar!

Continue Reading

Cinema

Descobri no Netflix: Mesmo se Nada Der Certo

By on abril 4, 2016

Mesmo-Se-Nada-Der-Certo-1

Quando você que já é o suficiente Keira Knightley ser linda, simpática, fofa e excelente atriz, ela vai lá e mostra que ainda canta muito bem! Mesmo se Nada Der Certo, o título original é Begin Again, foi uma deliciosa descoberta que encontrei no Netflix.

O filme foi dirigido por John Carney, mesmo diretor de Once. No elenco, Keira Knightley, Mark Ruffalo e Adam Levine (Sim, ele mesmo!) em sua estreia como ator. Com um ritmo bem leve de musical e uma mistura de comédia e drama, o filme é doce, leve, cheio de mensagens lindas e uma delícia de assistir.

Dan (Mark Ruffalo) é um produtor de discos falido e totalmente desgostoso com o cenário musical atual. Em um pequeno pub, ele escuta Gretta (Keira Knightley) cantar e acredita que pode transforma-la em uma estrela. Adam Levine parece como Dave, o namorado pop star de Gretta.

Duas coisas me chamaram a atenção neste filme e quase me fizeram assistir tudo de novo logo que acabou. Todos os personagens principais da história são perdedores! Mostra um lado da produção musical diferente do que estamos acostumados ver por aí. Eles não estão em busca de um sucesso astronômico e sim, tentando fazer algo legal com o que tem. (Alguém reconhece esse sentimento?)

Mesmo-Se-Nada-Der-Certo-2

Outro ponto muito legal é o vai e volta da história contando o mesmo fato na visão de diferentes personagens. A forma que Dan conversa com Gretta e depois a visão dela desta conversa mostra como somos influenciados e guiados por nossas emoções e sentimentos.

O filme levanta algumas polêmicas sobre o cenário musical atual, como se sentem produtores da velha guarda, como o Dan, e como muitos artistas não tem seu talento valorizado. Sem dinheiro e o suporte de uma grande gravadora eles começam a produzir o álbum de Gretta em locais públicos de Nova York. É muito lindo!

Não pude deixar de comparar com muitas coisas que estão acontecendo em minha volta agora. Essa “batalha” entre coisas pequenas x grandiosas. O filme mostra o lado oposto da famosa Hollywood, com produções pequenas, cheias de identidade, mais simples e com colaborações de pessoas desconhecidas, mas que acreditam no projeto.

As letras são lindas e a voz de Keira é tão gostosa que você consegue ouvir o dia inteiro sem enjoar! Um filme simples, gostoso de ver e vale a indicação!

Continue Reading

Cinema

Momentos que nossas séries favoritas testaram o nosso coração

By on março 31, 2016

Atenção: Este post só tem spoilers. Então se você ainda não viu estas séries fica o aviso e, por favor, não me odeie!

insane

Se tem uma coisa que tenho mais certeza a cada nova série que começo é que roteirista não tem a menor piedade do seu coração. Quando se trata de mexer com as suas emoções, não há limites e matar seu personagem favorito então, coisa fácil!

Algumas perdas ficam marcadas pra sempre e são difíceis de superar. Como sou o tipo de pessoa que se apega de verdade as série e personagens, é difícil quando alguém sai ou morre – por isso nunca assisti Game of Thrones – e sempre preciso abandonar a série por um tempo, para me recuperar!

Ainda bem que entre dramas insuperáveis também existem momentos de surpresas boas e muitas alegrias para dar uma animada no coração sofrido de quem é viciado em séries. Tá sofrendo também? Dá a mão aí amiguinhos!

One-Tree-Hill

O episódio final de One Tree Hill

Esta foi a primeira série que acompanhei do começo ao fim. Foram 9 temporadas crescendo junto com eles, dos tempos de colegial até o mundo adulto.  Tinha muito drama, muitas trocas de casais e muito sofrimento, principalmente da Brooke. Meu Deus como ela sofria!

É o tipo de série que te desidrata de tanto chorar e a temporada final não poderia ser diferente. Como ela foi planejada desde o começo para ser a última, o foco ficou na resolução dos problemas que aconteceram em temporadas anteriores e o retorno de alguns personagens que já tinham saído. Se não bastasse toda a choradeira de ver os amigos felizes, os momentos finais reúnem todos no antigo bar com Gavin DeGraw cantando “I Don’t Want To Be”. Eu não consigo pensar em forma mais perfeita de encerrar a série e continuei chorando por umas duas horas depois que acabou. Não estou exagerando! Aliás, quase chorei de novo vendo o vídeo.

Friends

Quando Monica e Chandler ficaram juntos

Pra mim é o melhor casal da série. Ross + Rachel era complicado demais, tinha drama demais e vai e volta demais. Ver os dois juntos pela primeira vez, quando todos viajaram para Londres, me deu uma alegria inexplicável, do tipo que fica sorrindo sozinha no sofá.

O produtor executivo de Friends, Scott Silver, contou em uma entrevista anos atrás que o insight para unir o casal aconteceu em uma temporada antes, quando a Monica virou personal trainer do Chandler. Se você se lembra deste episódio, vai perceber que realmente eles tinham química. Fofos <3

carrie-bradshaw

A escolha amorosa da Carrie

Apesar de “querer ser uma Carrie” escritora e jornalista freelancer da Vogue, eu sempre a odeie devido as suas péssimas escolhas amorosas. Arrastar o relacionamento com o Bing por 6 temporadas foi demais até pra quem é bem insistente quando se trata de relacionamentos. Mas ela superou todos os limites quando trocou o Aidan pelo Big. Não faz sentido, não faz nenhum sentido!

Assisti a série até o final, mas cada vez que os dois apareciam juntos ou terminavam mais uma vez só conseguia pensar: Miga, por que você fez isso? Depois de uma série e dois filmes, ainda não entendo. #teamaidanforever

frank and claire underwood

O rompimento de Frank e Claire

Sou apaixonada pelo casal Underwood. Mesmo com toda a tramoia, manipulação, falta de caráter e maldade, admirava a cumplicidade, inteligência e parceria dos dois. Eis então que no fim da temporada eles resolvem brigar e Frank a trata de uma forma que você jamais admitiria na sua vida. A temporada acaba assim e você fica horas sentada no sofá e olhando para TV sem saber o que pensar. Um verdadeiro teste para os nervos!

O desespero se estende por quase um século até a nova temporada começar. Que aliás, não está sendo nem um pouco fácil!

how to get away with murder

Qualquer momento de How to Get Away With Murder

O contexto da série toda já é um teste para os nervos, uma característica da nossa amiga Shonda Rhimes. A primeira temporada é uma sequência de vai e volta na história que não faz nenhum sentido, então se você sofre de intensa ansiedade como eu, não vai conseguir parar de assistir até o meio da temporada onde as coisas começam a acontecer.  Eu terminei a temporada inteira em um fim de semana!

Você desenha Annalise o tempo todo como uma mulher super forte e controladora, mas de repente ela “desmonta-se” olhando para o espelho e revela algo que você nem imaginava. Esse é um momento que tudo fica branco em sua cabeça!

Meredith and cristina

O fim de Meredith e Cristina

Se tem uma coisa que Shonda Rhimes não conhece nessa vida, é limite! Ela mata, causa acidentes, enfia uma bomba no hospital lotado e derruba o avião com quase metade do elenco da série sem a menor compaixão. É sério, alguém precisa fazer ela parar!

Quando a Cristina viaja para a Suíça e o Burke levanta do meio da plateia, eu dei um grito tão alto que provavelmente até os vizinhos ouviram. Sério, qual era a necessidade?

Eu superei a morte do George, o acidente de avião, a bomba e todas as desgraças menores que aconteciam a cada temporada naquele hospital, mas o dia em que a Meredith vai encontrar a Cristina e ao olhar nos olhos dela diz: “Você vai embora, né”. Eu parei de ver a série pelo bem da minha sanidade mental. Se essa mulher é capaz de separar essas duas, não consigo imaginar tudo que ela é capaz.

Continue Reading

Cinema

No cinema: Como ser solteira e o superestimado mundo dos relacionamentos

By on fevereiro 29, 2016

Como-ser-solteira

***Aviso: Este texto pode conter spoilers do filme. Me esforço para evitar, mas é muito difícil. Obrigada!***

Aproveitei o fim de semana para assistir “Como ser solteira”. Pelo trailer parecia um bom filme para ver sem compromisso e rir um pouco, além de adorar o trabalho da Rebel Wilson. Basicamente a história toda foca em quatro personagens e as situações da vida quando se trata de solteirice e relacionamentos.

Robin (Rebel Wilson) curte intensamente a vida de solteira, é festeira, independente, sexy, bem resolvida emocionalmente e sexualmente. Alice (Dakota Johnson) nunca ficou sozinha e resolve dar um tempo do relacionamento de quatro anos para se descobrir. Ela é irmã de Meg e vai trabalhar no mesmo escritório que Robin. Meg (Leslie Mann) é médica obstetra, viciada em trabalho, focada na carreira, independente e mesmo “trazendo ao mundo mais de três mil crianças” não quer ter filhos. E Lucy (Alison Brie) totalmente desesperada para engatar um relacionamento, participa de mais de cinco sites diferentes de encontro e tem várias teorias em relação ao “homem perfeito”.

Como-ser-solteira-2

Uma fórmula padrão de filmes sobre relacionamento às avessas que tem de tudo, desde o clichê da mulher desesperada que já cria todo o futuro juntos no segundo encontro ao cara (Tom) que é tão criativo nas formas de fazer o “apenas uma noite” dar certo que chega a cortar a água da pia da cozinha para a mulher não ficar muito tempo no seu apê. A trama toda acontece guiada pelas expectativas de relacionamento de cada personagem. Não é tipo de filme profundo que te faz refletir sobre toda a sua vida, mas faz rir, tem mensagens legais e tiradas sensacionais mencionando Bridget Jones, Dexter e Sex and the City fazendo os personagens mais gente como a gente.

Saí de lá pensando na história da Alice com o seu zíper. Se você já assistiu, veja se concorda comigo ou se ainda não, preste a atenção quando ver. Na história, ela conta que passou a vida toda acompanhada por alguém e não tem a menor ideia de como se virar sozinha. Entre o problema de não saber tirar a legenda em espanhol da TV e configurar a internet tem a história de abrir o zíper do vestido. E se você já ficou sozinha nesta situação, pelo menos uma vez na vida, sabe como é difícil!

Ter alguém para abrir o zíper do vestido pra você quando chega em casa é legal e mais legal ainda é quando esta pessoa esta lá por qualquer motivo que não seja porque você precisa. Deixar de lado aquele vestido belíssimo com um zíper nas costas só porque não tem ninguém pra abrir – mesmo querendo – também não precisa ser uma opção, é só encontrar uma forma criativa de resolver a situação, assim como a Alice fez. Estar em um relacionamento só porque “você precisa” não é bom para nenhum dos lados.

Eu sei que existem pessoas que tem verdadeiro pânico de ficar sozinhas, mas a verdade é que não há nada para temer. Caminhar pela estrada da solteirice não é se afastar do mundo dos relacionamentos e sim, conhecer a si mesmo e desfruta da própria companhia. São nestes momentos que a forma criativa de resolver qualquer situação floresce e você começa a entender melhor o que quer. Não deixa de ser um relacionamento, mas é só com você!

Como-ser-solteira-3

De todos os filmes que já assisti com histórias que se cruzam e colocam o relacionamento em pauta este foi o que eu mais gostei! O roteiro passa longe de ser um verdadeiro manual de como aproveitar a solteirice, mas também não superestima a ideia de relacionamentos na insistência que as coisas simplesmente acontecem por destino e que todo mundo precisa de um par para ser feliz.

Também vale um obrigado especial ao diretor Chris Ditter e toda equipe de roteiro e produção por colocar uma mulher totalmente “fora do padrão” – até quando precisaremos utilizar essa expressão – como uma protagonista independente, sexy e bem resolvida que ainda te presenteia com a seguinte frase: “Eu sei que o dia em que estiver em um relacionamento, ele me aceitará do jeito que eu sou”. Sim, é assim que tem que ser 🙂

Continue Reading

Cinema

Filmes inspirados nos clássicos de Jane Austen

By on fevereiro 18, 2016

jane-austen

Você pode me perguntar quem é minha escritora favorita hoje, amanhã ou em qualquer momento da vida que a resposta será sempre a mesma: Jane Austen!

Desde a minha adolescência ela ganhou meu coração de uma forma tão sincera que qualquer tipo de amor literário que venha em sequência será secundário. Fica aí a dica presentes para qualquer ocasião! hahahaha Austen é uma das maiores escritoras inglesas que já existiu, soube como poucos usar a ironia de uma forma muito inteligente e, mesmo com muita discussão a respeito, acredito também que ela contribuiu muito para o movimento feminista.

Além dos conhecidos Sense and Sensibility, Pride and Prejudice, Mansfield Park, Emma, Northanger Abbey e Persuasion, ela ainda deixou algumas obras inacabadas e vários textos soltos. Ainda não consegui ler todas as obras e assistir todos os filmes inspirados em suas criações, mas se você quer mergulhar no universo de Austen e conhecer um pouco mais sobre as obras desta escritora maravilhosa deixo a dica de alguns filmes e séries que já assisti!

Prepara o Netflix, a pipoca e o refri. É bem provável que precise de alguns lencinhos também!

jane-austen-amor-e-inocencia

Amor e Inocência

Vi essa semana! O filme não é muito novo e conta a história da Austen, mas mesmo amando Anna Hathaway e James McAvoy estava morrendo de medo de ser ruim ou ficar com cara de romancinho água com açúcar, aí fiquei enrolando para assistir. Que bom que eu estava errada!

O filme é delicioso, com aquelas maravilhosas paisagens inglesas e um retrato bem fiel sobre o que se conhece dela. Não se sabe muito sobre a vida amorosa de Jane Austen, além de Thomas Lefroy, e o roteiro respeita bastante isso sem ficar fantasiando demais.

Se você já conhece Pride and Prejudice vai ficar encantado com as características da família de Jane que inspiraram os personagens da obra. Ela começa escrever a história durante o filme então o coração pula quando ela aparece escrevendo alguns trechos do livro e, pela primeira vez, surge o nome Mr. Darcy. É lindo <3  Trailer aqui!

jane-austen-clube-de-leitura-de-jane-austen

Clube de leitura de Jane Austen

Com roteiro e direção de Robin Swicord, diretora maravilhosa de O curioso caso de Benjamin Buttom, Memórias de uma gueixa e Adoráveis Mulheres, o filme  é uma adaptação do livro de Karen Joy Fowler. Na história, cinco amigas criam um clube de leitura para discutir os principais romances de Jane Austen e ajudar uma delas que está sofrendo com um divórcio doloroso.

O filme é sensível e super comovente. É lindo ver como a vida de cada membro do clube se mistura com o romance de Austen que escolheram para ler. Ainda conta com a simpatia de Emily Blunt (ainda vou escrever algo só sobre filmes delas), Hugh Dancy e Marc Blucas. Uma delícia de assistir! Trailer aqui!

 jane-austen-emma

Emma

Para mim, Emma é a obra mais leve de Jane Austen. Toda a história tem um tom mais divertido, com uma heroína – bonita, rica e mimada – que se declara imune à atração romântica e sem interesse nenhum por todos os homens que conhece. O mesmo estilo continua no filme que é estrelado por Gwyneth Paltrow.

É muito engraçado ver Emma assumindo a função de casamenteira e mestre em conselhos sentimentais das amigas sem nunca ter se quer gostado de alguém. É um filme gostoso de ver e com um figurino dos sonhos. Outra delícia de assistir! Trailer aqui!

jane-austen-razao-e-sensibilidade

Razão e Sensibilidade

Uma das obras que mais gosto, deixei a minha preferida por último, mas preciso dar um aviso aos navegantes: É só tragédia!

A sensação que eu tenho ao ver o filme ou ler o livro – estou lendo pela segunda vez – é a mesma que os filmes do Nicholas Sparks causam. Quando tudo começa a melhorar algo acontece. O filme inteiro você quer abraçar as irmãs Elinor e Marianne porque como elas sofrem! Lembra dos lencinhos? Provavelmente você vai usar bastante aqui.

Mostrando um lado menos romântico da realidade da mulher do século XIX, as duas irmãs sofrem com dificuldades financeiras e a falta de expectativas de encontrar o amor. Emma Thompson dá vida a Elinor e Kate Winslet interpreta lindamente Marianne. A história tem muita sofrência, mas é linda e vale muito a pena assistir!

O fime levou o Oscar de melhor roteiro adaptado, o BAFTA e o Golden Globe de melhor filme! Trailer aqui!

 

Agora vamos falar de coisa boa. Vamos falar de Orgulho e Preconceito <3

jane-austen-orgulho-e-preconceito

Quando eu li Orgulho e Preconceito pela primeira vez não conhecia muito Jane Austen, minha paixão foi pelo romance cheio de erros e acertos, uma protagonista que foge a todos os estereótipos da época e um cavaleiro que é lindo, mas nem um pouco perfeito. Muito mais próximo da vida real do que a maioria dos romances! Como ainda quero fazer um post só falando sobre ele, vamos direto para as dicas!

jane-austen-orgulho-e-preconceito

Orgulho e Preconceito – Filme

Com Keira Knghtley como Elizabeth Bennet, Matthew Macfayen de Mr. Darcy e direção de Joe Wright (Peter Pan e Anna Karenina) o filme é uma adaptação muito linda do livro. A maioria os diálogos importantes foram preservados e algumas cenas diferentes foram criadas que ficaram tão lindas quanto o livro. Se você conseguir assistir o DVD ainda tem uma surpresinha: Um final alternativo que rodou só nos EUA. Uma cena de pouco mais de 3 minutos tão cheia de amor que faz derreter qualquer coração!

jane-austen-orgulho-e-preconceito-bbc

Orgulho e Preconceito – Série

A maravilhosa obra de Jane Austen contata em 6 episódios com a presença mais que perfeita de Colin Firth, como Mr. Darcy <3 Pronto, não preciso falar mais nada!

Brincadeira! A série foi produzida em 1995 e lançada pela BBC. Com muito mais tempo que o filme, os personagens aparecem mais e alguns diálogos lindos do livro também, com mais destaque. A produção foi homenageada em várias premiações e a cena de Colin Firth, como Mr. Darcy, saindo do lago com a camisa branca molhada foi considerada “um dos mais inesquecíveis momentos da história da TV Britânica.” Agora sim você tem todos os motivos do mundo para assistir! Um trechinho aqui!

jane-austen-orgulho-e-preconceito-e-zombies

Orgulho e Preconceito e Zombies

O livro inspirado no romance de Austen foi adaptado e chega aos cinemas este mês. Depois da Inglaterra ser devastada por uma praga, no século XIX, começam aparecer zumbis. Sim, zumbis. Então a maravilhosa heroína Elizabeth Bennet, mestra em artes marciais e no uso das mais diferentes armas se junta as suas irmãs e Mr. Darcy para combater a invasão de mortos-vivos. Lili James (#sualinda) interpreta Liz e Sam Riley dá vida ao Mr. Darcy.

Eu não li o livro ainda, mas já estou acompanhando pra ver quando o filme chega aqui! Não sei o que esperar, mas parece interessante.  Dá uma espiadinha no trailer!

Acabei postando só os filmes que já assisti, mas existem outras milhares de adaptações que vou indicando com o tempo! Acho que vou criar uma sessão aqui no blog só sobre Jane Austen, o que acham? Legal ou coisa de #migasualoka?

Para mostrar que meu amor é declaro e sincero, olha que lindo o presentinho que ganhei da miga (beijos Thali!) de aniversário <3

jane-austen-joy

Continue Reading

Cinema

Três filmes para viajar o mundo sem sair do sofá

By on fevereiro 10, 2016

Viajar 01

Sou daquela que perde a noção no tempo quando está navegando no Netflix ou na programação da TV a cabo. Para mim, filme é um tipo de coisa irresistível que melhora o humor e nos leva para uma realidade diferente, pelo menos por algumas horas. Revigora!

Como estou contando os dias para ganhar mais um carimbo no passaporte, resolvi começar minha colaboração aqui com três sugestões de filmes que vão fazer você correr para preparar a mala. Prepare-se para viajar o mundo sem sair do sofá.

Viajar 02

Vicky Cristina Barcelona

Você é uma pessoa que gosta de viver intensamente a paixão? Seu roteiro de viagem perfeito está na Espanha, com esse sucesso apaixonante de Wood Allen. Este é aquele tipo de filme que vai fazer você suspira e não é só pela presença de Javier Bardem.

As amigas, Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson), partem em uma viagem de férias para Barcelona e conhecem o sedutor pintor Juan Antonio em uma exposição de arte. As duas aceitam o convite dele para passar o fim de semana em sua casa, na charmosa cidade de Oviedo, e lá acabam conhecendo a temperamental ex-mulher de Juan, Maria Elena (Penépole Cruz). A história se complica quando as três mulheres se apaixonam por Juan, formando um divertido “quadrado amoroso”.

Sexy, atraente e cheio de paixão. O filme mostra as paisagens mais incríveis de Barcelona e ainda consegue transmitir aquele “clima caliente” espanhol, principalmente pela atuação de Javier Bardem e Penélope Cruz. Fica um aviso: O lugar é irresistível! Então se prepare para ser seduzido pela histórica arquitetura catalã da cidade ou por um caliente amor espanhol.

Viajar 03

Cartas Para Julieta

Este é aquele tipo de romance fofo que eu já perdi as contas de quantas vezes assisti. A história é linda e o lugar não podia ser melhor, a Itália. Foi este filme que me fez sonhar em incluir Verona em minha próxima viagem a Europa.

A aspirante a escritora, Sophie (Amanda Seyfried) viaja para Verona com o noivo Victor, interpretado por Gael Garcia para uma lua de mel antecipada. Na cidade onde se passou a história de Romeu e Julieta, Sophie descobre uma antiga carta de amor enviada por Claire Smith (Vanessa Redgrave) contando sua história com Lorenzo, um amor da juventude que acabou deixando para trás.

Com a ajuda das secretarias de Julieta, Sophie responde a carta de Claire que se inspira para reencontrar seu amor. As duas partem em uma aventura em busca do Lorenzo de Clarie em meio a tantos italianos com o mesmo nome.

Verona merece ser o cenário deste romance, assim como foi da história de Romeu e Julieta. A cidade foi declarada patrimônio da humanidade pela UNESCO por sua estrutura urbana e arquitetura com mais de dois mil anos. É impossível não se apaixonar pelo clima romântico e acolhedor retratado no filme e eu espero poder confirmar tudo isso em breve!

Viajar 04

Comer Rezar Amar

Para quem gosta de viajar sozinho e viver experiências mais intimistas, comece a traçar a rota: Itália, Índia e Bali. Com estes três cenários incríveis é quase impossível tirar os olhos da TV. Depois de várias desilusões em seus relacionamentos amorosos, Liz decide viver novas experiências viajando pelo mundo por um ano. A cada lugar que ela conhece faz novas amizades e descobre um pouco mais sobre si.

O filme mostra uma personagem que está longe de ser apenas uma turista, ela realmente vive a cultura local, procura entender as pessoas e desfruta todo o conhecimento que aquele local pode contribuir para a sua vida, seja se deliciando – sem culpa – com os sabores italianos, se aproveitando do silêncio e filosofia indiana ou do clima romântico e afrodisíaco de Bali.

A doçura e sensibilidade que Elizabeth Gilbert passou quando contou suas aventuras nesta viagem incrível em seu livro continuam presentes neste roteiro, mas com um plano de fundo muito mais encantador. As reflexões do filme poderão sensibilizar você de uma forma que jamais imaginou.

Viajar é aquele tipo de experiência que muda a nossa vida para sempre, como dizia Albert Einstein: “A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.” Seja para atravessar o continente ou 50 km de onde você mora, novas experiências trazem novas perspectivas. Quem sabe este post não te inspire a fazer as malas de verdade?

E você, tem algum filme com um roteiro de viagem inspirador? Conta aí! 🙂

Continue Reading