Vida home office

Creative Content: O workshop para os apaixonados por conteúdo

By on maio 10, 2016

Oi gente! Estou meio sumidinha, mas por ótimos motivos! Um deles é esta novidade quentinha <3

Neste sábado, vai rolar um workshop sobre produção de conteúdo criativo no Lab 8! O espaço é de um amigo muito querido e acaba de ser inaugurado. Estou planejando uma aula muito dinâmica que priorize a troca de experiência e fomente a criatividade. Vamos pensar juntos em novas formas de desenvolver conteúdo interessante pensando no interesse do público e nas infinitas possibilidades de uso de cada ferramenta, fugindo de todos os padrões e das regrinhas chatas que alguém um dia disse que “precisa ter”. Vai ser um sábado bem divertido e espero vocês lá!

Estou planejamento realizar vários cursos durante este ano e para atender da melhor forma os pedidos que venho recebendo montei este questionário para entender um pouco melhor o que vocês procuram. Responde aí, é bem rapidinho!

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Feminismo

Bela, recatada e do lar: O que isso tem a ver com você?

By on abril 22, 2016

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A segunda começou virada do avesso com a matéria da revista Veja sobre a “quase primeira-dama”, suas características “bela, recatada e lar” e como Michel Temer era um “homem de sorte”. Se você acompanhou os textões do Face, os memes, as matérias sobre e toda a repercussão que isso teve, mas ainda acha que isso é mimimi de feminista, de mulher recalcada, infeliz e uma perseguição às mulheres que escolheram ser do lar, a própria Marcela Temer (que coitada, ficou no meio do fogo cruzado) ou que isso não tem nada a ver com você. Senta aí e vamos conversar um pouquinho!

Vamos começar com um termo que você pode não conhece muito, mas não tem problema. Aprenderemos juntos! Você sabe o que é marginalização social? O significado de marginalização não é só para o bandido que rouba a padaria ou o ladrão que invade a sua casa. São marginais todas as pessoas, grupos sociais ou ideológicas que são obrigadas a se “afastar do centro”. São aqueles que não se encaixam no que é definido como padrão ou tradicional – tipo a nossa família tradicional brasileira – e vivem a margem desta centralidade. Afastados, isolados e separados do resto da sociedade.

Foi isso que Nazismo fez quando levou todos os judeus para “comunidades judaicas”, com o ateísmo e cultos protestantes, em séculos passados, é isso que acontece com a turma do fundão em uma sala de aula, na divisão de departamentos de uma empresa e que continua acontecendo na grande maioria das cidades, principalmente naquelas que já nasceram completamente planejadas, como a minha.

Tá, mais o que isso tem a ver com o “bela, recatada e do lar”? Vamos lá! Por algum motivo que ainda desconheço e espero que algum dia alguém possa me ajudar a entender, o ser humano tem uma grande dificuldade em entender as singularidades. Nossa inteligência só é capaz de entender um conceito geral e não suas particularidades. Cabelo cacheado é aquele da propaganda de shampoo e não o da Maria, ser bonita é um estereotipo pronto que todos devem seguir e família ideal é composta por pai, mãe, filhos e um animalzinho de estimação para deixar a foto mais simpática.

Tudo que foge deste geral causa estranheza e deve ser jogada à margem do centro. Porque um bom centro é limpo, tradicional e uniforme. Esconder e ignorar é muito mais simples que entender. E como eu disse anteriormente, nossa inteligência foi programada para pensar de “forma geral” e não precisa de senso crítico para pensar assim.

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Eu não vou muito longe em nossa história política e não pretendo levantar nenhuma discussão sobre partido, então se contenham! Vamos começar com a nossa presidente Dilma Rousseff.

Dilma foi a primeira presidente do Brasil. Quando ela foi eleita, lembro-me muito bem de todos os jornais, programas de TV, rádio e veículos impressos dedicando grande parte do tempo a polêmica: é presidente ou presidenta? Chamavam professores, consultores, antropólogos e qualquer outra pessoa que pudesse ter uma resposta cabível para esta situação. Mas por que isso aconteceu? Porque ela “alterou o centro”!

Na história do Brasil só havia presidentes, então nunca ninguém precisou pensar nisso. Aí chega uma mulher, assume a cadeira e agora? Vamos precisar reestruturar o centro de novo! A mudança não foi maior porque ela facilitou as coisas – para essas pessoas que se sentem responsáveis por coordenar o centro – não tendo um marido. Como ele seria chamado? Primeiro-damo, primeiro-senhor, primeiro-homem? Eu me recordo vagamente de também acompanhar alguma discussão sobre.

Bom, para piorar ainda mais a estabilidade do centro, a mulher que assumiu a presidência da república brasileira lutou na ditadura, tinha um olhar sério, sem os “traços femininos” que o machismo adora e fama de autoritária. Não era a Claire Underwood que estão vendo em House of Cards, ela era diferente.

Não que essa seja a causa do atual caos político e econômico (EU JÁ FALEI QUE NÃO VOU ENTRAR EM DISCUSSÃO POLÍTICA), mas a Dilma sem marido e com uma filha que aparece muito pouco acabou com a ideia de presidente + primeira dama + filhos. Todos sorrindo como uma propaganda de margarina.

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E aí, com todas as possíveis mudanças que podem acontecer devido aos acontecimentos do último domingo. Surge um possível presidente homem com uma primeira-dama que exala todas as características que este centro adora e vê a chance de trazer de volta a estabilidade de sua fórmula tradicional de família. Eles só aproveitaram a oportunidade perfeita!

BELA: Ela é bela como o machismo gosta – Longos cabelos ondulados, delicada, magra e feminina.

RECATADA: Usa roupas claras e até o joelho, fala baixo, tem gestos sutis, não usa decote, transparência e não é vulgar.

DO LAR: Lugar de onde nenhuma mulher deveria ter saído. Afinal, ficar em casa, cuidar do maridão, levar os filhos para escola e ainda continuar sendo bela e recatada será para sempre uma tarefa dela.

O problema não está na Marcela, nas mulheres que escolheram ser do lar, nas mulheres que usam roupas claras até o joelho ou nas que se encaixam neste padrão de beleza. O REAL PROBLEMA, e ele também envolve você, é como a imagem da Marcela foi usada como uma referência de mulher para a função de primeira-dama. O problema está no centro tentando resgatar seus valores tradicionais e jogando as margens sociais as mulheres que trabalham fora, as mulheres que não usam roupas do mesmo estilo, que não levam os filhos para escola e que acreditam que a função de administrar a casa é de todos que moram nela e não da mulher.

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Nós não podemos mais deixar que estas pessoas nos coloquem formas e quem não se encaixe seja jogado as margens e isolados do centro. Ao invés de pensar de forma geral e se adequar, precisamos aprender a ter sensibilidade com a diferença e se aceitar do jeitinho que se é, e não do jeito que o centro quer que você seja. E é por isso que a ideia de “bela, recada e do lar” também envolve você!

Não podemos nos transformar uma pedra de gelo que se adapta exatamente ao tamanho da forminha. Aliás, nós não podemos aceitar estas forminhas! A forma do pai, da mãe, da família, do que é ser mulher ou do que é composta uma família. Não podemos aceitar que exista um pequeno centro e que todos que não se adaptam sejam deixados de lado. Somos pessoas, convivendo diariamente com pessoas e vivendo em um mundo repleto de pessoas. Então porque temos tanta dificuldade em aceita-las como são?

Pessoas! Vamos desenvolver senso crítico! Precisamos perceber quando somos manipulados e se rebelar contra isso. Não falo como feminista, falo como uma profissional de comunicação que conseguiu identificar o oportunismo de um veículo e sua tentativa desesperada de resgatar valores tradicionais. Trazer de volta um cenário perfeito que reinou por tanto tempo no Brasil onde mulher não era presidente e primeira-dama ficava em casa.

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Eu nunca criticaria a Marcela Temer, nunca criticaria nenhuma mulher bela, recatada e do lar ou qualquer outra que seja o oposto disso, pois eu defendo todas as mulheres e seu direito de ser quem ela quiser.

O que eu não aceito é a sociedade escolher um tipo de mulher, um tipo de família, um tipo de beleza ou qualquer tipo de estereotipo para definir o que é ser mulher, o que é ser família, o que é ser bela ou o que é ser qualquer coisa!

Eles continuarão fazendo isso diariamente, porque quem é tradicional não aceita o novo. Quem cria estas “forminhas” tem dificuldade para aceitar o diferente, por isso cabe a você lutar contra isso. E é por este motivo que o movimento #belarecatadaedolar tem mais a ver com você do que imagina.

Todas as mulheres com suas cervejas, todas as heroínas e todas as outras ironias que foram usadas para retratar o que é ser “Bela, recatada e do lar” serviram para mostrar ao mundo que existe sim vários perfis de mulheres e qualquer uma delas pode ser sim primeira-dama, aliás, até presidente, se ela assim quiser!

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Vida home office

Como melhorar sua produtividade no trabalho

By on abril 5, 2016

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Produtividade no trabalho é sempre um assunto polêmico. Um dia alguém inventou que pessoa importante é aquela que sempre está ocupada e tem muitas coisas para fazer. Se eu pudesse conhecer esta pessoa teríamos uma conversa séria!

O que vejo hoje são profissionais cheios de compromissos e correndo atrás de todas as tarefas anotadas na agenda como loucos descontrolados. Nós paramos de ter controle sobre nosso tempo e vivemos subordinados aos nossos prazos e compromissos. Ser mais produtivo é conseguir gerenciar todas estas questões e principalmente, saber identificar o que é mais importante.

Pra mim, você pode ser produtivo de duas formas: De um lado você tem “os profissionais máquinas” que entregam a quantidade de tarefas exigidas no seu tempo de trabalho, sem questionar nada, sem aprender nada ou pensar em nadinha. Do lado contrário há aquele que entregar apenas três ou quatro tarefas bem concluídas, avaliando todas as possibilidades, melhorando processos e conseguindo aprender muito, porque participa ativamente.

O mais importante é que é você quem escolhe qual tipo de produtivo quer ser. Se a sua escolha é a segunda opção, aqui tem algumas dicas para melhorar sua produtividade!

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Diminua a quantidade de tarefas na sua lista

Quando você lota a sua agenda de afazeres pode correr o risco de se perder no meio do caminho, afinal imprevistos acontecem! Distribua melhor suas tarefas entre a semana e priorize apenas duas ou três para o dia, para conseguir focar toda a sua energia nelas. Todo mundo tem sempre muita coisa para fazer e com um pouco de planejamento é possível resolver tudo. Melhor ter a sensação de três tarefas bem resolvidas do que 15 incompletas. Não é mesmo?

Mude sua forma de pensar

Fomos educados a pensar de forma tradicional e linear, e aí que está o problema! Imagine a coisa mais importante que você precisa fazer em um círculo central e todas as suas outras tarefas em círculos menores em volta dela. Resolvendo o problema central você já pode eliminar vários menores e vice versa. O importante é sempre pensar no todo e não apenas na etapa seguinte.

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Não trabalhe sozinho

Se você fizer as contas do tempo que demora para fazer algo que não domina vai ver o quanto está perdendo do seu precioso tempo e dinheiro. Calculando o tempo de demorou e quanto custaria para terceirizar aquela parte com alguém, vai ver que não vale a pena. Tenha parceiros e não se mate tentando fazer tudo sozinho.  Assim você consegue se dedicar ao que gosta mais e fica mais produtivo.

Descubra qual é a sua rotina

A gente já falou aqui o quanto é importante ter uma rotina. Você funciona melhor de manhã? Então priorize as tarefas mais importantes para este horário. Se você fica mais cansado em alguns períodos do dia, tente descansar alguns minutinhos, dê uma volta ou veja algo que te distraia um pouco. Não somos máquinas, então entenda você e os sinais que seu corpo dá para melhorar a produtividade.

Mantenha sua mente ativa

Sabe aquele famosa frase que diz que quanto mais a gente dorme mais vai querer dormir? Nossa mente funciona da mesma forma! A preguiça vai nos deixando lentos e tudo se torna difícil mais. Tenha uma mente ativa, esteja sempre lendo algo, vendo algo, buscando aprender coisas que melhorem seu raciocínio e sua criatividade. Assim você estará produtivo sempre!

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Cinema

Descobri no Netflix: Mesmo se Nada Der Certo

By on abril 4, 2016

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Quando você que já é o suficiente Keira Knightley ser linda, simpática, fofa e excelente atriz, ela vai lá e mostra que ainda canta muito bem! Mesmo se Nada Der Certo, o título original é Begin Again, foi uma deliciosa descoberta que encontrei no Netflix.

O filme foi dirigido por John Carney, mesmo diretor de Once. No elenco, Keira Knightley, Mark Ruffalo e Adam Levine (Sim, ele mesmo!) em sua estreia como ator. Com um ritmo bem leve de musical e uma mistura de comédia e drama, o filme é doce, leve, cheio de mensagens lindas e uma delícia de assistir.

Dan (Mark Ruffalo) é um produtor de discos falido e totalmente desgostoso com o cenário musical atual. Em um pequeno pub, ele escuta Gretta (Keira Knightley) cantar e acredita que pode transforma-la em uma estrela. Adam Levine parece como Dave, o namorado pop star de Gretta.

Duas coisas me chamaram a atenção neste filme e quase me fizeram assistir tudo de novo logo que acabou. Todos os personagens principais da história são perdedores! Mostra um lado da produção musical diferente do que estamos acostumados ver por aí. Eles não estão em busca de um sucesso astronômico e sim, tentando fazer algo legal com o que tem. (Alguém reconhece esse sentimento?)

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Outro ponto muito legal é o vai e volta da história contando o mesmo fato na visão de diferentes personagens. A forma que Dan conversa com Gretta e depois a visão dela desta conversa mostra como somos influenciados e guiados por nossas emoções e sentimentos.

O filme levanta algumas polêmicas sobre o cenário musical atual, como se sentem produtores da velha guarda, como o Dan, e como muitos artistas não tem seu talento valorizado. Sem dinheiro e o suporte de uma grande gravadora eles começam a produzir o álbum de Gretta em locais públicos de Nova York. É muito lindo!

Não pude deixar de comparar com muitas coisas que estão acontecendo em minha volta agora. Essa “batalha” entre coisas pequenas x grandiosas. O filme mostra o lado oposto da famosa Hollywood, com produções pequenas, cheias de identidade, mais simples e com colaborações de pessoas desconhecidas, mas que acreditam no projeto.

As letras são lindas e a voz de Keira é tão gostosa que você consegue ouvir o dia inteiro sem enjoar! Um filme simples, gostoso de ver e vale a indicação!

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Cinema

Momentos que nossas séries favoritas testaram o nosso coração

By on março 31, 2016

Atenção: Este post só tem spoilers. Então se você ainda não viu estas séries fica o aviso e, por favor, não me odeie!

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Se tem uma coisa que tenho mais certeza a cada nova série que começo é que roteirista não tem a menor piedade do seu coração. Quando se trata de mexer com as suas emoções, não há limites e matar seu personagem favorito então, coisa fácil!

Algumas perdas ficam marcadas pra sempre e são difíceis de superar. Como sou o tipo de pessoa que se apega de verdade as série e personagens, é difícil quando alguém sai ou morre – por isso nunca assisti Game of Thrones – e sempre preciso abandonar a série por um tempo, para me recuperar!

Ainda bem que entre dramas insuperáveis também existem momentos de surpresas boas e muitas alegrias para dar uma animada no coração sofrido de quem é viciado em séries. Tá sofrendo também? Dá a mão aí amiguinhos!

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O episódio final de One Tree Hill

Esta foi a primeira série que acompanhei do começo ao fim. Foram 9 temporadas crescendo junto com eles, dos tempos de colegial até o mundo adulto.  Tinha muito drama, muitas trocas de casais e muito sofrimento, principalmente da Brooke. Meu Deus como ela sofria!

É o tipo de série que te desidrata de tanto chorar e a temporada final não poderia ser diferente. Como ela foi planejada desde o começo para ser a última, o foco ficou na resolução dos problemas que aconteceram em temporadas anteriores e o retorno de alguns personagens que já tinham saído. Se não bastasse toda a choradeira de ver os amigos felizes, os momentos finais reúnem todos no antigo bar com Gavin DeGraw cantando “I Don’t Want To Be”. Eu não consigo pensar em forma mais perfeita de encerrar a série e continuei chorando por umas duas horas depois que acabou. Não estou exagerando! Aliás, quase chorei de novo vendo o vídeo.

Friends

Quando Monica e Chandler ficaram juntos

Pra mim é o melhor casal da série. Ross + Rachel era complicado demais, tinha drama demais e vai e volta demais. Ver os dois juntos pela primeira vez, quando todos viajaram para Londres, me deu uma alegria inexplicável, do tipo que fica sorrindo sozinha no sofá.

O produtor executivo de Friends, Scott Silver, contou em uma entrevista anos atrás que o insight para unir o casal aconteceu em uma temporada antes, quando a Monica virou personal trainer do Chandler. Se você se lembra deste episódio, vai perceber que realmente eles tinham química. Fofos <3

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A escolha amorosa da Carrie

Apesar de “querer ser uma Carrie” escritora e jornalista freelancer da Vogue, eu sempre a odeie devido as suas péssimas escolhas amorosas. Arrastar o relacionamento com o Bing por 6 temporadas foi demais até pra quem é bem insistente quando se trata de relacionamentos. Mas ela superou todos os limites quando trocou o Aidan pelo Big. Não faz sentido, não faz nenhum sentido!

Assisti a série até o final, mas cada vez que os dois apareciam juntos ou terminavam mais uma vez só conseguia pensar: Miga, por que você fez isso? Depois de uma série e dois filmes, ainda não entendo. #teamaidanforever

frank and claire underwood

O rompimento de Frank e Claire

Sou apaixonada pelo casal Underwood. Mesmo com toda a tramoia, manipulação, falta de caráter e maldade, admirava a cumplicidade, inteligência e parceria dos dois. Eis então que no fim da temporada eles resolvem brigar e Frank a trata de uma forma que você jamais admitiria na sua vida. A temporada acaba assim e você fica horas sentada no sofá e olhando para TV sem saber o que pensar. Um verdadeiro teste para os nervos!

O desespero se estende por quase um século até a nova temporada começar. Que aliás, não está sendo nem um pouco fácil!

how to get away with murder

Qualquer momento de How to Get Away With Murder

O contexto da série toda já é um teste para os nervos, uma característica da nossa amiga Shonda Rhimes. A primeira temporada é uma sequência de vai e volta na história que não faz nenhum sentido, então se você sofre de intensa ansiedade como eu, não vai conseguir parar de assistir até o meio da temporada onde as coisas começam a acontecer.  Eu terminei a temporada inteira em um fim de semana!

Você desenha Annalise o tempo todo como uma mulher super forte e controladora, mas de repente ela “desmonta-se” olhando para o espelho e revela algo que você nem imaginava. Esse é um momento que tudo fica branco em sua cabeça!

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O fim de Meredith e Cristina

Se tem uma coisa que Shonda Rhimes não conhece nessa vida, é limite! Ela mata, causa acidentes, enfia uma bomba no hospital lotado e derruba o avião com quase metade do elenco da série sem a menor compaixão. É sério, alguém precisa fazer ela parar!

Quando a Cristina viaja para a Suíça e o Burke levanta do meio da plateia, eu dei um grito tão alto que provavelmente até os vizinhos ouviram. Sério, qual era a necessidade?

Eu superei a morte do George, o acidente de avião, a bomba e todas as desgraças menores que aconteciam a cada temporada naquele hospital, mas o dia em que a Meredith vai encontrar a Cristina e ao olhar nos olhos dela diz: “Você vai embora, né”. Eu parei de ver a série pelo bem da minha sanidade mental. Se essa mulher é capaz de separar essas duas, não consigo imaginar tudo que ela é capaz.

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Vida home office

Dê um up no engajamento das suas redes sociais

By on março 29, 2016

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As pessoas utilizam as redes socais para se conectar e buscar informações. Para sua marca se destacar entre a infinidade de conteúdo disponível e fazer bonito, ela precisa estar muito próxima dos seus clientes. Melhore seu engajamento com algumas dicas super simples!

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Tenha personalidade

Esqueça fórmulas genéricas, metodologias prontas e olhe a rede social do vizinho apenas para fazer análise de mercado. Reflita, rascunhe, pesquise e pense muito em algo que seja marcante para a sua marca. Busque sua identidade e invista nela!

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Saiba ouvir seus fãs

Faça perguntas, peça sugestões para nomes de produtos, incentive-os a contar suas melhores experiências com a marca, escute suas ideias e saiba receber reclamações e sugestões. Crie um canal aberto para que todo o conteúdo seja interessante e seus clientes sintam alegria ao compartilha-lo.

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Escolha sempre o mais simples

Mais uma vez essa palavrinha mágica! Não abuse do tempo do seu cliente, permita que ele viva boas experiências sem complicações. Posts simples tem um alcance muito melhor que textões, muitos links ou imagens com pouca leitura. Não precisa deixar de lado a qualidade do seu conteúdo, é só usar melhor as palavras.

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Ame seus clientes

Se uma pessoa dedica alguns minutos do seu valioso tempo para acompanhar as novidades da sua rede social, curtir, comentar ou compartilhar um post, ela ama sua marca. Então torne esse amor recíproco! Utilize fotos e depoimentos que seus clientes disponibilizam, agradeça e reconheça todo o carinho que ele demonstra. Não seja uma marca convencida e mostre que tem sentimentos 🙂

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Feminismo

Quando o machismo me protegia

By on março 28, 2016

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Na semana passada, enquanto escrevia um post sobre “Roteiros para mochilão na América Latina” para um cliente, fui completamente envolvida pela intensa vontade de viajar. Na verdade, eu sinto muita vontade todos os dias, mas este dia foi ainda mais forte. Eram locais diferentes do que estou acostumada e que sempre tive muita vontade de conhecer.

Atacama, Ilha de Páscoa, Machu Picchu…. Lugares que além de te presentear com cenários inacreditáveis ainda desafiam seu corpo e exigem um pouco de preparação física. Comecei a pensar nos meus 30 que estão chegando e como eu queria tentar fazer algo diferente de tudo que já fiz hoje. Seria interessante tirar um período sabático, conhecer lugares diferentes e preparar o meu corpo para algo especial.

Não sou viajante de primeira viagem, já tenho alguma experiência com destinos internacionais e o roteiro que eu estava imaginando não tinha grandes complicações, mas do nada comecei a ter um nó na garganta e uma crise de ansiedade (ruim!) pensando em alguns detalhes da viagem. Quando refleti sobre isso, acabei ficando bem triste.

Explico! Na minha atual situação viajaria sozinha e de uma forma tão repentina – sem conseguir controlar – comecei a pensar nas amigas que foram mortas no Equador, na quantidade de turistas mulheres desaparecidas que já li em portais de notícias e todas as outras tragédias que invadem todos os dias a nossa timeline.

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O engraçado é que há exatos 5 anos eu fiz meu primeiro mochilão pela Europa. Optamos por ficar em quartos mistos sem qualquer problema, eu não tinha medo de ir ao banheiro a noite, não ficava cuidando da minha bebida e não tremia na base cada vez que alguém vinha conversar comigo. Eu curti a viagem e estava mais preocupada com alguém que quisesse roubar minha bolsa do que fazer algo comigo.

E sabe qual foi a conclusão que eu cheguei quando comparava a Jóyce da primeira viagem com a Jóyce de agora? Eu acreditava que o machismo me protegia!

Sempre tive um estilo “meio fofo”, então não me via como alguém que chamava a atenção. Não acreditava que tinha o perfil que enlouquece um homem e quase não usava roupas que “pedem para ser estuprada”, como dizem por aí. Me via fora deste “estereotipo desejo” e me sentia tranquila.

Eu não nasci feminista e ninguém nunca me ensinou nada sobre quando era mais nova. Eu fui entendendo tudo isso ano após ano, me questionando sobre as injustiças que via e sentido na pele a diferença entre homens e mulheres, então já errei bastante. Nunca fui de ficar julgando ninguém pela roupa ou estilo, mas tinha na cabeça que aquele estereótipo, era o tipo perigoso. A ideia machista da mulher fácil e da mulher provocante que não se dá ao respeito me protegia de coisas ruins, já que eu não era assim.

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Hoje eu sei que isso não existe! Entendi que isso é um comportamento covarde que culpar a vítima e que independente do tamanho da minha saia, ninguém tem o direito de tocar em mim. Descobri que este estereótipo não existe e se um homem fizer alguma coisa com você a culpa é sua independente se seu estilo é fofo ou sexy. Você é mulher e por isso eu posso. Simples assim!

Fiquei pensando em tudo isso e entendi minha crise de ansiedade quando comecei a planejar mentalmente minha viagem. Entendi meu profundo incômodo quando me sentei na última fileira da sala de cinema – entre dois homens desconhecidos – e não sabia se tinha mais medo do urso atacando o Leonardo DiCaprio ou do que eles poderiam fazer ali. Porque hoje não consigo mais dormir no ônibus e me preocupo tanto em comprar a passagem com antecedência no “espaço mulher”. O motivo que me deixa tão constrangida quando um homem me elogia porque nunca sei se qualquer sorriso ou obrigada pode ser a abertura que ele precisa para “algo mais”.

É difícil! Quando eu achava que estava protegida por um perfil que não interessa ao machismo eu me preocupava com outras coisas e agora eu preciso me preocupar com as mesmas coisas e mais estas outras que citei a cima. Minha inocência não existe mais. Hoje eu sei o quanto era ridículo eu pensar desta forma, mas como eu disse, não nasci feminista.

Lembro-me do meu pai me questionando – logo depois que eu terminei um longo namoro e comece a sair sozinha – sobre o que aconteceria se um pneu furasse de madrugada e eu estivesse no carro sozinha. Minha resposta sempre foi: “Eu ligo para o seguro! A assistência não está inclusa neste serviço tão caro que a gente paga?”. Feliz era o tempo em que eu acreditava que minha maior preocupação seria ligar para o seguro e não o que poderia acontecer comigo parada em uma rua escura no meio da noite.

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Agora eu sei que quando se trata de violência contra mulher não existe a Maria da saia curta, a Joana que só vai à igreja, a Luísa que é mãe de família ou a Cíntia que não se dá o respeito. Somos vulneráveis porque somos mulheres. O que eu achava que me protegia, na verdade, me separava do resto das mulheres e me colocava em uma posição confortável para acreditar que o que acontecia com elas não tinha nada a ver comigo. Hoje, eu sei que precisamos estar todas juntas ajudando uma as outras porque mulher é mulher e pronto!

Agora olha que ridículo! Sentir medo de viajar ou fazer qualquer coisa que gosta porque um bando de idiota não sabe o que é respeito e limite. Falhamos. Eu só consigo concluir que nós falhamos!

Deixo algumas perguntas para você refletir:

O que você pensa quando o taxista muda a rota com você sozinha no taxi?

Qual sentimento você tem quando alguém parece estar seguindo você?

Quando se trata de violência, qual é a coisa mais terrível que pensa que pode acontecer com você?

Agora faça as mesmas perguntas para um amigo do sexo oposto e tire suas próprias conclusões.

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Vida home office

5 dicas para ajudar seu conteúdo fazer sucesso online

By on março 22, 2016

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Ficamos horas fazendo planejamento, pesquisando, escrevendo e no fim não conseguimos o retorno desejado, o site não tem um tráfego interessante ou seu portfólio não causa o encantamento que você espera. Com intermináveis opções de sites, blogs e profissionais e tanta informação disponível na internet está cada vez mais difícil destacar seu conteúdo.

Mais importante que números grandiosos de audiência, o sucesso do seu conteúdo está na experiência positiva do seu usuário e o quanto ele aprecia a informação que você disponibiliza.

Este post não é uma fórmula de sucesso para web! Até porque não acredito na maioria delas. São apenas algumas dicas para ajudar você a desenvolver um olhar mais analítico quando pensar no conteúdo que escreve e como promove isso na internet. Como sempre digo: Não existe fórmula pronta quando se trata de web! Você precisa entender como essa grande engrenagem funciona e saber usa-la a seu favor.

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1. Seja simples

A primeira regra para o sucesso do seu conteúdo na web é simplificar ao máximo a vida do seu leitor, consumidor ou cliente. Pense sempre muito simples e o ajude a encontrar o que procura. Reflita sobre o layout do seu site ou blog, na diagramação do seu portfólio e até em seus posts nas redes sociais. Como está url? Quantas etapas o usuário precisa cumprir para chegar até a informação desejada? Quantos elementos compõe o seu post? Tudo é complicado demais? Então simplifique!

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2. Não tenha medo do espaço em branco

O espaço em branco proporciona designs mais limpos e uma melhor visualização do conjunto de elementos do material. Na internet, não é diferente! Principalmente para blogs de conteúdo, o espaço em branco é fundamental para manter o foco do leitor, facilitar sua leitura e guiar seus olhos para ver o que é realmente importante. Preste atenção nos espaçamentos do texto, nos títulos e subtítulos, deixe espaços entre as imagens e tome muito cuidado com backgrounds coloridos ou com elementos gráficos.

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3. Preste a atenção nas formas e tamanhos de texto

O tema escolhido para o seu site é lindo ou o projeto gráfico ficou perfeito, mas você não deu muita atenção para o tipo da fonte e o tamanho? Temos um problema! Relembrando a dica #1, a vida do seu leitor ou cliente precisa ser simplificada ao máximo, então se o texto ficou pequeno demais ou a fonte não dá uma leitura legal, provavelmente ele já desistiu do seu conteúdo. Desde a página inicial até uma postagem individual no blog, o texto precisa ser limpo e ter um tamanho de fonte agradável aos olhos do leitor.  Cuidado com colunas e o uso excessivo de bold, itálico e subtítulo. Não use apenas para enfeitar, use com um objetivo: Chamar a atenção do leitor!

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4. Instale o Analytics

Um passo essencial para melhorar seu desempenho e ter sucesso na web é saber interpretar como seu cliente ou leitor se comporta. Deixe de lado os infográficos generalizados sobre os horários e comportamento do usuário e dedique-se a interpretar as informações que a sua ferramenta de análise fornece. Google Analytics, Facebook, informações de negócios locais no Google + e outras inúmeras ferramentas que podem ser instaladas diretamente no WordPress podem ser uma fonte riquíssima de informações para entender melhor o tráfego do seu site ou blog, que tipo de conteúdo seu leitor mais aprecia e quais horários ele está mais ativo. A maioria é gratuita e muito fácil de usar!

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5. Lembre-se que os hábitos na internet são diferentes

O ato de ler um impresso, como livro, jornal ou revista, é diferente de um blog e ter um cartão de visita em mãos é muito diferente de ver a página inicial da empresa na internet. Receber um portfólio por e-mail também causa uma experiência diferente de navegar pelo seu site ou seu perfil no Behance. É muito importante que você preste a atenção nestes hábitos, em um computador, tablet ou smartphone, o leitor perde o foco o todo tempo com notificações de Facebook, e-mails e outros aplicativos, então pense em textos com parágrafos curtos e botões importantes com fácil acesso.

O que vale mesmo é saber usar os recursos da internet a seu favor. Um jornal ou revista não permite interatividade com outros conteúdos publicados, então saiba usar links em palavras chaves do seu texto e mantenha o leitor por mais tempo com você. Um cartão de visita não permite ligar ou informar o endereço no mapa, por isso facilite a vida seu cliente com programações que disponibilize entrar em contato ou traçar a rota até sua empresa com facilidade pelo smartphone. No portfólio, encante com imagens lindas dos seus melhores trabalhos e forneça todas as informações necessárias sem enrolar demais. Diferente de muita coisa que a gente vê por aí, na internet o sucesso vem com olhar analítico e simplicidade!

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Decor | Inspiração

Inspirações para decoração home office e escritório

By on março 21, 2016

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Não existe lugar melhor que o nosso cantinho. E se o nosso espaço de trabalho também pode ter a nossa cara, melhor ainda!

Em um escritório ou home office, é importante que o seu ambiente de trabalho seja tranquilo, confortável e estimule muito a criatividade e concentração. Independente do tamanho ou dos recursos que você tenha disponível para montá-lo qualquer espaço pode ser o melhor espaço do mundo para se trabalhar. É só deixar do seu jeitinho!

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Organize tudo

A desorganização desconcentra e pode te deixar inquieto. Segundo Marie Kondo “Tudo precisa ter um lugar específico em sua casa”, então organize as canetas, lápis, canetinhas e afins em um lugar. Tenha pastas, caixas ou gavetas para papeis e estantes para livros e revistas. Depois que você organiza uma vez tudo fica mais fácil, aí é só manter organizado.

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Seu mural

Invista em um mural de recados e deixe em um lugar bem visível. Eu mandei fazer um com folha de cortiça e ele fica exatamente na minha frente. Calendário, lembretes, fotos, recadinhos e tudo mais que é bem importante fica lá bem visível. Também deixo sempre uma mensagem bonitinha para alegrar o dia.

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Cantinho da inspiração

Decore seu ambiente com elementos que te inspire e desperte sentimentos bons todos os dias. Quadros com mensagens inspiradoras, fotos de viagens, bonequinhos, pôster, frescurinhas de papelaria (meus preferidos!) e qualquer outra coisa que sirva como fonte de inspiração para você.

 

 

 

Decoração para se inspirar!

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No meu Pinterest tem um painel especial dedicado só a decoração para home office e escritórios! Tem mais fotos lá 🙂

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Gastronomia

Receita de smoothie delícia

By on março 17, 2016

smoothie-deliciO legal desta receita de smoothie é que você pode trocar a fruta e criar novos sabores. Já fiz com coco, amora, morango, pera e maça. Eu só tomo leite sem lactose, mas você pode usar o normal ou até iogurte grego. Uma delícia e muito fácil de fazer!

Ingredientes

– 1 banana grande picada e congelada

– 250 ml de leite

– 1 xícara de blueberry

Como fazer:

Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva em seguida.

Sim, é só isso! O smoothie é saboroso e super saudável. A base da receita é sempre banana + leite! A banana precisa estar bem congelada para a mistura ficar consistente. Eu corto as bananas antes, divido as porções em saquinhos e deixo no freezer.

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